TEMA: Os professores diante do saber: esboço de uma problemática do saber docente (Maurice Tardif)
PAUTA:
1) Apresentação do tema
2) Mensagem motivacional (Prof. Luiz Marins)
3) Orientações para o estudo do texto
a) Leitura individual do texto
b) Pequenos grupos para destacar ideias principais
c) Apresentação das ideias ao grupo maior
d) Síntese reflexiva e individual da aprendizagem construída
e) Avaliação
Presentes: Diretora do Cefapro, Coordenador de Formação e Formadores. O coordenador Haroldo apresenta o tema da formação. Em seguida, fazemos a leitura do texto Reforme seus pontos fortes, de Luiz Marins. Somos desafiados a fim de que ao final do encontro cada um destaque um ponto forte seu para o grupo. Cada participante faz a leitura individual do texto. Em duplas, retomamos o texto destacando ideias de tópicos distribuídos no início para cada dupla. Ficamos eu e a professora Lourdes com a parte inicial: 1 O saber docente: um saber plural, estratégico e desvalorizado (preliminares e os tipos de saberes docentes). Fizemos um fichamento com os seguintes destaques:
Preliminares






Os saberes docentes

As relações que os professores estabelecem com os saberes
Os saberes da formação profissional

Os saberes disciplinares

Os saberes curriculares

Os saberes experienciais



As formadoras Dijé e Elizete iniciam a apresentação com a mesma temática da nossa dupla. O coordenador direciona esse momento com uma dinâmica interessante: cada dupla tem dez minutos para apresentar, utilizando como microfone um pincel atômico e como cabo, um barbante. Ninguém a não ser quem está com o “microfone” deve intervir porque haverá um momento para o debate. Depois delas, eu e Lourdes apresentamos nosso fichamento. Logo é a vez dos formadores Samuel e Dalva, seguidos da diretora Mariuza e o coordenador Haroldo com o mesmo tópico: A relação dos professores com seus próprios saberes e Alguns elementos explicativos. Os formadores Ezequiel e Zulmara concluem essa etapa com o tópico O docente diante de seus saberes: as certezas da prática e a importância crítica da experiência. Destaques para: 1) Existe uma relação de alienação entre os docentes e os saberes porque constituem mediações e mecanismos que submetem essa prática a saberes que ela não produz nem controla; 2) Os saberes que são atualizados, adquiridos e necessários para a prática da profissão docente e não se originam das instituições formadores nem dos currículos são os saberes experienciais e a partir deles, o professor interpreta, compreende e orienta sua profissão e prática pedagógica em todas as suas dimensões; 3) Segundo o autor, os saberes experienciais são o núcleo vital do saber docente e dele os professores buscam transformar suas relações de exterioridade com os saberes em relações de interioridade com sua própria prática: Neste sentido, os saberes experienciais não são saberes como os demais, mas retraduzidos, “polidos” e submetidos às certezas construídas na prática e na experiência. (p.54) Assim Tardif questiona se não seria lucro para os professores liberarem seus saberes da prática a ponto de serem reconhecidos por outros grupos produtores de sabe e impor-se enquanto grupo produtor de um saber oriundo de sua prática para reivindicar um controle socialmente legítimo.
Seguido da exposição, debatemos as ideias contextualizando com a nossa prática como professores formadores e parceiros das escolas. O que temos feito para ser um grupo produtor de saber? Como trabalhar isso no Sala de Professor? Cada um tem a oportunidade de sintetizar suas reflexões a partir do estudo. Elencamos nossos pontos fortes, embora alguns tenham mais facilidades que outros. Se fosse para apontar os nosso pontos fracos... Isso seria uma outra história... Avaliamos como positivo o encontro e o coordenador informa que o próximo será dia 14/10 com a apresentação pela equipe pedagógica de um seminário sobre as teorias da aprendizagem.
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