terça-feira, 10 de maio de 2011

Dia das Mães na EE Profª Hilda Rocha Sousa

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A Escola Estadual Profª Hilda Rocha Souza promoveu no último sábado, 07/05/2011, um café da manhã em homenagem às mães.
Houve demonstrações de carinho, desde os menores aos maiores. Músicas e poemas fizeram parte do repertório para o encontro comemorativo. Mães e filhos puderam desfrutar de um momento de carinho vivenciado no contexto escolar. Lembrar, homenagear pessoas importantes para os alunos, no caso, a família, e mais especificamente nessa data, as mães, é uma forma prazerosa de aproximar a família do ambiente escolar.
Parabéns à gestão (direção e coordenação pedagógica), professores e funcionários que se envolveram nesse evento.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Aprender a ensinar de forma diferente: Projeto 3 uso de tecnologias/ transdisciplinar

Aprender a ensinar de forma diferente: Projeto 3 uso de tecnologias/ transdisciplinar: "Plano de Aula Disciplina: Língua Portuguesa Professora: Gleice Almeida Solozabal Introdução As produções humanas, em todas as esferas, poss..."

Esse projeto da Professora Gleice está excelente! Com a menção da autoria posso usá-lo como sugestão para os professores que acompanho em Língua Portuguesa?

terça-feira, 3 de maio de 2011

Aula de Campo da EE Tancredo Neves às margens do rio Araguaia em São Félix do Araguaia-MT


Escola Estadual Tancredo Neves (Ensino Médio e EMIEP), localizada no município de São Félix do Araguaia-MT, realiza hoje, 03/05, uma pescaria envolvendo todos os profissionais e alunos da escola. Esse evento faz parte de um projeto interdisciplinar intitulado “Ciências e os números da vida”. A atividade desenvolve-se às margens do rio Araguaia durante o dia e o objetivo é que os alunos registrem todas as características físicas observáveis do ambiente, ou seja, o clima, a temperatura, as fitofisionomias do cerrado, a fauna, o bioma, o local (corpo de água) para a pescaria, os equipamentos portados para a pesca, os diâmetros das linhas de pesca, a isca, o tamanho dos anzóis, das chumbadas e dos pescados. O projeto “Ciências e os números da vida” é constituinte do projeto Sala de Educador da escola e nele serão abordados pelos professores, conhecimentos de geografia, física, química, biologia, português, matemática, espanhol, artes que auxiliem os alunos a identificar, interpretar, conhecer e descrever as diferentes características de estruturas, fatos, ou fenômenos observáveis no ambiente. Nesse evento, também estiveram presentes professores formadores do Centro de Formação e Atualização dos Profissionais da Educação Básica - CEFAPRO, que acompanham o projeto Sala de Educador dessa escola. Parabéns a todos da Escola Estadual Tancredo Neves!

Novidade! Mapa-Mundi Digital

Recentemente o IBGE lançou um mapa-mundi digital, com síntese, histórico, indicadores sociais, economia, redes, meio ambiente, entre outras curiosidades, vale a pena conferir!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

JORNADA MENSAL DO PROINFANTIL – 19/04/2011


JORNADA MENSAL DO PROINFANTIL – 19/04/2011 – HORÁRIO: 07H30 ÀS 17H30. PRESENTES: Coordenadora da AGF, APEI, professores formadores e tutoras. PAUTA: Acolhida, depoimentos, leitura, discussão e socialização de texto, vídeo, relatório final, seminário, formatura, recebimento de materiais, avaliação do encontro. A APEI inicia o encontro com slides cuja temática é o Jardim de Infância, com texto de autoria de Pedro Bial. As tutoras, em seguida, depõem sobre os avanços e dificuldades vividos com os professores cursistas. Depois, em duplas, tutoras e professores formadores leem em duplas, discutem e socializam no grupo maior, o texto “21 perguntas e respostas sobre o bullying”. O texto conceitua o termo e dá dicas de como a comunidade escolar deve lidar quando houver ocorrências como essa na escola. O que mais chama a atenção é de que só há bullying entre pares: colegas de escola, professores, colegas de trabalho cuja intenção é humilhar, ferir, machucar. Para exemplificar, assistimos ao vídeo de um caso real de bullying que foi registrado e veiculado na internet e na televisão. Há depoimentos de casos vivenciados por nós, como alunos e como professores. O restante do encontro discute aspectos direcionados ao relatório final dos professores cursistas: esclarecimento de dúvidas, prazos, devolutivas; decisão sobre a forma em que se dará o seminário: exposição coletiva dos trabalhos dos cursistas; discussão sobre a formatura e avaliação do encontro. Todos avaliam o encontro como positivo, pois coordenadora e APEI têm a preocupação de planejar os encontros que venham sempre ao encontro das necessidades e que também sejam de aquisição de conhecimento para todos os participantes.
Judite Ferreira Souza

Etapa Intermediária PROINFANTIL - 15/04/2011 - Linguagens e Códigos


ETAPA INTERMEDIÁRIA PROINFANTIL – 15/04/2011
LINGUAGENS E CÓDIGOS - JUDITE FERREIRA SOUZA
PLANEJAMENTO PARA PB1
CONTEÚDO
OBJETIVO
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
RECURSOS MATERIAIS
FONTE
1.     Texto Informativo
2.     Texto Narrativo
3.      Texto Poético
4.      Comunicações Mistas
Revisar com os professores cursistas as temáticas das quatro primeiras unidades do Módulo IV do Proinfantil, Linguagens e Códigos, para a PB1.
Atividade em duplas.
Correção das atividades no grupo maior.
Discussão das temáticas e esclarecimento de dúvidas a partir dos itens presentes na atividade.
Atividade escrita
Livros de Estudo
Impressões
Livros de Estudo das 
Unidades 1 a 4

As crianças têm uma sensibilidade enorme para perceber 
que a professora faz exatamente o contrário do que diz. 
(Paulo Freire)
São Félix do Araguaia-MT, 14/04/2011
Judite Ferreira Souza/Judite Souza da Costa

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Este é o sentido verdadeiro da Páscoa para os cristãos: Jesus Cristo, Salvador!



Obrigada, Jesus! Tua missão foi cumprida e nós cremos que isso foi possível "Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3.16)

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Sala de Formador - 07 e 08/04/2011

07/04 – Sala de Formador – Estudo Bibliográfico (Todos os formadores): A qualidade na educação, texto de Moacir Gadotti (publicado em novembro/2009).


Pontos do texto destacados pelo grupo:


a)       O que é qualidade? – Qualidade não deve estar separada da quantidade. A qualidade educacional deve ser para “acolher a todos e a todas” expressão que, segundo o autor, foi bastante usada por Paulo Freire. Qualidade também se encontra presente no Documento de Referência da Conferência Nacional de Educação – CONAE. O conceito que a ele mais se relaciona é o de educação integral. Educação como política pública, como princípio orientador do projeto político-pedagógico e que busque a qualidade sociocultural da educação.
b)       Qualidade da educação na sociedade da informação – Gadotti (2009) reforça que é fundamental aprender a pensar autonomamente e o professor nessa perspectiva deve criar conhecimento e não reproduzir informações: “Ele deixará de ser um lecionador para ser um organizador do conhecimento e da aprendizagem. Poderíamos dizer que o professor se tornou um aprendiz permanente, um construtor de sentidos, um cooperador, e, sobretudo, um organizador da aprendizagem.” (Gadotti, 2009, p. 5) E o aluno também deve construir e reconstruir o conhecimento a partir do que faz. Para Gadotti (2009) é função de a escola criar “novos conhecimentos e relações sociais e humanas, sem abrir mão do conhecimento historicamente produzido pela humanidade, uma escola científica e transformadora”. Esses apontamentos conduzem à necessidade de investimento na formação continuada do professor. O aluno tem o direito de aprender na escola e o professor o de dispor de condições de ensino e de continuar estudando.
c)       Ameaças à qualidade da educação – Aponta o articulista como ameaças o instrucionismo (o docente reproduz o que está escrito no livro texto, no manual, não escolhe, não tem autonomia), a desprofissionalização (o professor não pode ter apenas o tempo da aula, precisa ter tempo para se dedicar ao aluno, conviver com ele, acompanhá-lo e avaliá-lo continuamente) e a mercantilização (atribuição de um valor econômico a todas as coisas como, no caso, a educação). Expressa que com a generalização do acesso livre e gratuito ao conhecimento e à cultura permitido pelas tecnologias digitais, há possibilidades de redução das desigualdades sociais.
d)       Crise de qualidade como reflexo da crise do paradigma educacional – Recorre a indicações da Unesco que aponta como necessidade de uma outra qualidade da educação, o paradigma da sustentabilidade (Morin apud Gadotti, 2009, pp.13-14). Urge para a sociedade uma nova maneira de bem viver. Como novo paradigma de vida para a qualidade social na educação o autor dá crédito à sustentabilidade, ou seja, “a preservação do meio ambiente depende de uma consciência ecológica e a formação da consciência depende da educação” (Gadotti, 2009, p. 14). Educar para a vida sustentável, para a simplicidade voluntária, para viver os valores da “simplicidade, austeridade, quietude, paz, serenidade, saber escutar, saber viver juntos, compartilhar, descobrir e fazer juntos” (Gadotti, 2009, p.12).


Diante desses apontamentos, o grupo entende que nas escolas do polo de São Félix do Araguaia-MT, faz-se necessária a discussão para a qualidade social da educação a partir do paradigma da sustentabilidade. Discutir com a comunidade escolar: o que é, para que serve, quem envolve, como se faz.


Penso que reflexões como essas nos desequilibram positivamente no sentido de que qualquer temática abordada na formação continuada e no próprio contexto escolar só terá significado se relacionado ao educar para viver no cosmos a fim de que as comunidades escolares exerçam a cooperação e a solidariedade. Estamos preparados para isso? Quem sabe um pouco. O que não podemos mais é estar no planeta como expectadores, mas como atores e coadjuvantes. Educação ambiental virou moda para muitos, e não ação-reflexão-ação. Moda esquecida e extremamente discutida. Dentro do contexto da qualidade social não pode ser moda, deve ser estilo de vida da sociedade, das instituições, da escola, dos docentes, não docentes e discentes, dos pais e encarregados da educação, do ser humano.

08/04 – Sala de Formador – Língua Portuguesa (Formadora Judite): A formação continuada na disciplina terá por base alguns textos da pós-graduação em Metodologia do ensino de língua portuguesa cuja professora formadora atua como pós-graduanda: artigo Piaget, Vygotsky, Freire e a construção do conhecimento na escola (pdf), texto de Zélia Jófili, professora do Departamento de Educação da Unicap e professora associada da UFRPE.


No texto, a autora analisa as contribuições de Piaget, Vygotsky e Freire para a construção do conhecimento na escola, discutindo como se dá essa construção na visão desses autores e argumentando a importância de o professor desempenhar essa construção. Seu percurso textual se dá a partir de cinco motes:


1-       Como se dá a construção do conhecimento? Nesse item, a autora comenta a ênfase de cada um dos autores para a construção do conhecimento. Para Piaget a interação acontece com objetos e para Vygotsky, a interação é social. Inclui em sua discussão, a pedagogia crítica de Paulo Freire, cujas características complementam os enfoques dos dois outros autores. Vygotsky e Freire compartilham a preocupação com o desenvolvimento integral das pessoas. Para eles, a aprendizagem deve ser conduzida pelo professor a fim de alcançar os objetivos.
2-       Como pode o professor facilitar a construção do conhecimento? O professor deve estimular seus alunos a refletirem sobre suas próprias ideias e procurarem estabelecer um elo com o conhecimento cientificamente aceito. Tal comparação propicia um “conflito cognitivo” e possibilita ao aluno a reestruturação de suas ideias. Nesse processo, o aluno assume-se “sujeito do ato de aprender”. E o professor deve também estar consciente dos conceitos prévios dos seus alunos, pois isso o capacita a planejar ações para a reconstrução dos conceitos, ajudando-os a relacionarem suas experiências prévias às situações sob estudo.
3-       Diferenças entre o ensino tradicional e o ensino construtivista – A professora Zélia Jófili preocupa-se mais com a perspectiva do ensino enquanto construtivista, que deve considerar: o conhecimento prévio do aluno; o papel de mediação do professor e sua disponibilidade para aprender com os alunos, ser reflexivo e pronto para mudar; o planejamento das estratégias; o planejamento do trabalho prático; o envolvimento do trabalho prático na construção de elos com os conceitos prévios; a aprendizagem como aquisição, extensão, reorganização e análise crítica de novos conceitos; e a responsabilidade final da aprendizagem como uma ação dos próprios alunos.
4-       O que é uma construção crítica do conhecimento? A professora esclarece que sua preocupação vai além de um ensino construtivista, mas que esse ensino deve ser também crítico e aponta atitudes para um ensino com essa mão dupla: consciência do que acontece ao redor; estímulo ao pensamento crítico dos alunos; introdução ao diálogo crítico; busca de respostas aos problemas levantados; levantamento de novas questões; promoção de aprendizagem significante, crítica, emancipatória e comprometida; consciência de ser parte na contribuição de uma sociedade mais justa.
5-       Aprendizagem crítico-construtivista versus ensino crítico-construtivista – A autora analisa que o construtivismo tem contribuído bastante quanto à aprendizagem em muitas áreas, mas pouco tem sido feito com relação ao ensino e à formação de professores. Os dois – aprendizagem e ensino crítico-construtivista – são interligados e o segundo deveria preparar o ambiente para o primeiro. Na visão do ensino, uma postura crítico-construtivista implica: o entendimento da maneira como os alunos constroem, articulam e processam o conhecimento; o apoio aos alunos na expressão de seus conceitos; a não depreciação às informações trazidas pelos alunos; a contextualização do ensino; a demonstração de que aprender requer questionamento e transformação; o encorajamento dos alunos para colocar problemas; a apresentação do assunto como problema dentro da experiência dos alunos a fim de serem trabalhados por eles; e, a condução da classe num processo democrático de aprendizagem e de criticidade.


Refletindo a partir dessa contribuição da professora, mais uma vez, assim como no estudo em conjunto do primeiro texto, reforça-se a importância da formação continuada de professores e fica evidente que o professor precisa/deve saber o que faz. As estratégias de ensino permitem a livre expressão dos conhecimentos espontâneos vindos dos alunos e a rigorosidade para o trabalho intelectual.


E nós, professores? Qual tem sido nossa postura? Que tipo de ensino temos aplicado aos nossos alunos? Permanecemos com o tradicional? Ou nossa postura já indica uma preocupação com a construção crítica do conhecimento? Como nossa prática docente tem contribuído para que o aluno seja ele mesmo sujeito da aprendizagem? Essas perguntas são apenas para uma autoavaliação e que, assim como me foi útil, também seja uma contribuição positiva para todos os leitores dessa síntese reflexiva.


Judite Ferreira Souza

Webgrafia

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