Este espaço destina-se a relatar experiências adquiridas como professora formadora na área de Linguagens, disciplina Língua Portuguesa no Cefapro de São Félix do Araguaia-MT (Sala de Educador, Formação Continuada, Proinfantil 2010/2011, Gestar II/2009, Olimpíada de Língua Portuguesa).
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Entrevista com Roxane Rojo: Referência nos estudos de linguagem e na análise do livro didático
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Palestra - A comunicação feita por slides
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Alunos da EE Humberto Castelo Branco, Luciara-MT
Essa atividade é a que relatou a professora Rita de Cássia (Matémática) com uma turma. Fizeram atividades de equação do 1º grau com a ferramenta webquest.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Sala de Professor e TICs - EE Humberto Castelo Branco, Luciara-MT
Para que os professores pudessem ensinar aos alunos o gênero relato de experiência, consoante dificuldades de escrita diagnosticada, foi preciso que os professores soubessem também como fazer um relato e, é claro, a partir de sua prática pedagógica. No curso TICs, os professores têm a oportunidade de aperfeiçoar sua prática pedagógica com o uso das tecnologias, e no curso há uma atividade na Unidade 2 que solicita ao professor um relato de prática pedagógica com a utilização de ferramentas tecnológicas com os alunos durante o estudo de um conteúdo. A professora Rita trabalhou então com seus alunos uma webquest e produziu o seu relato que socializou no Sala de Professor da EE Humberto Castelo Branco, município de Luciara-MT, dia 29/09/2010. Os professores da escola comprometidos com a aprendizagem de seus educandos também irão ensinar aos alunos o gênero relato que será uma das atividades avaliativas do projeto que a escola realiza durante este semestre. Parabéns, professora Rita!
Olimpíada de Língua Portuguesa - EE Humberto Castelo Branco (Luciara-MT): Texto Vencedor do Gênero Memórias Literárias. Parabéns, professora Elissandra!
SAUDADE DO TEMPO PASSADO
Foi fácil relembrar os tempos passados do Senhor Pedro, apenas com algumas perguntas ele foi logo falando de seu passado com um jeito carinhoso, amoroso e direto.
Eu não tive uma infância dos sonhos, mas a minha foi muito boa que hoje sinto saudade daquele tempo. Quando era pequeno morava no sertão, trabalhava na roça a semana inteira. Quando era final de semana meu pai me deixava brincar com meus amigos, mas não podia demorar, então brincava e não demorava, logo voltava para casa.
Lembro-me quando era tempo de lua cheia eu e meus amigos fazíamos um plano para fazer a nossas brincadeiras. Papai não deixava sair à noite porque podia ter perigo na estrada. Era aí que nosso plano entrava em ação. Combinava de sair depois que papai deitava. Ele deitava cedo para no outro dia ir para a roça. Íamos para o quarto fingíamos estar dormindo, quando não escutávamos mais nenhum barulho, abríamos a janela bem devagar para não fazer barulho, se não eles acordavam e o no plano não daria certo.
Então, eu e meus irmãos pulávamos bem de mansinho no chão, quando passava da porteira pegava carreira, saía correndo, “perna pra que te quero”, quando chegava ao local combinado, meus amigos e as meninas já estavam lá esperando. Pegava a lenha quase tínhamos tirado durante o dia e fazíamos a fogueira, sentávamos ao redor com aquela noite tão linda, que clareava tudo.
Esperávamos a lua descer, quando ficava bem claro apagava a fogueira e deixava que a lua iluminasse. Então começava a brincadeira, pegava um cipó e começava a cantar, quando parava a música parava o cipó, se parasse na mão de uma menina ou menino eles tinham que falar de quem gostava e se um deles quisesse eles davam um beijo de lado e assim ia a brincadeira noite a dentro. Que brincadeira boa! Quando acabava, pegávamos a lenha e escondíamos e depois íamos para casa.
Chegávamos na ponta dos pés, abríamos a janela devagar para não fazer barulho, pulava e depois deitava. Ao amanhecer o dia todo mundo ficava dormindo, meu pai chegava gritando, acordava todos mandava levantar para “quebrar o jejum” e ir trabalhar na roça. Com muito sono íamos para papai não desconfiar. Dormíamos no trabalho, meu pai nos acordava dizendo: - acorda menino, parece que a noite foi curta! Mas não desconfiava de nada. E assim foi indo... Os anos se passaram e tudo ia se repetindo. Assim o fim não tem fim porque enquanto eu for vivo a minha história nunca vai deixar de ser dita e jamais vou esquecer essa infância.
Me empolguei com a infância do Senhor Pedro que mais parecia que eu tinha vivido essa história.
Aluna : Carolaine Borges Luz (7ª "A")
Entrevistado: Sr. Pedro
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
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