quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Formação: Em rede – Fortalecendo a formação continuada dos Cefapros, Barra do Garças/MT, 22 a 26/08/2011.


Palestras: Planejamento/Princípios de Administração Pública/Autonomia: Relativa, autonomia do Cefapro, autonomia com responsabilidade (Gestor Governamental Paulo Henrique de Oliveira); Percurso Formativo (Profª Mestranda Mirta Grisel Garcia de Kehler); Diagnóstico – Construção, análise e avaliação (Prof. Ms. Graciete Maria Teixeira); Projeto Sala de Educador – Cefapro, espaço formativo (Profª Esp. Aparecida Borralho Dias de Carvalho); Avaliação e Relatório Descritivo (Profª Marilze A. L. Nascimento Guerrise); A convergência das TICs na formação continuada dos profissionais da educação e os “novos espaços” de (web) aprendizagens na cibercultura (Prof. Ms. Edevamilton de Lima Oliveira).
Encontro que fortalece a função dos Cefapros (diretor, coordenador de formação e professores formadores). Parabéns aos professores da SEDUC/MT que estão conosco colaborando para essa compreensão e esse fortalecimento!


Judite Ferreira Souza

terça-feira, 23 de agosto de 2011

"O curso da vida!" (Judite Ferreira Souza)

O caráter irrepreensível do profeta Daniel (Bíblia): Busco!
A intelectualidade e a eficiência na missão do apóstolo Paulo (Bíblia): Trabalho!
A paixão, o amor e a dedicação ao ensino de minha mãe: Vivo!
O conhecimento e a sabedoria tão evidentes em meu pai: Conquisto!
A centralidade da Professora Edelves (Maranhão): Quero ter!
A maestria na condução de uma aula da Professora Gilvone (Mato Grosso): Busco seguir!
A dinâmica e a criatividade da Professora Adelaide (Brasília): Persigo!
A responsabilidade e o compromisso da Professora Vívian (São Paulo): Busco ter!
A humildade diante de tanto conhecimento bíblico, teológico e filosófico do Pastor e Professor Isaltino (Amazonas): Busco ser!
A disposição, a vivacidade e a alegria na interação com o outro de meu marido Isaque: Busco imitar!
O exemplo perfeito e completo de um MESTRE, Jesus: Almejo alcançar!”


Judite Ferreira Souza


(Barra do Garças-MT, 23/08/2011 – Manhã/
Percurso Formativo por Profª Mestranda Mirta)

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Visita às Salas Anexas de Ensino Médio da EE Tancredo Neves - SFA-MT (02 a 05/08)

Professora Kelma, Professores Formadores Samuel e Zulmara
Professores Formadores Samuel e Judite
Coordenadora Lúcia Helena da EM Boa Esperança - Alto Boa Vista
e a Professora Formadora Lourdes
Professores Formadores Judite e Samuel, Diretora Ana Cláudia
e a Coordenadora Lúcia Helena da EM Boa Esperança - Alto Boa Vista
Professores Formadores e Professoras da Sala Anexa de Ensino Médio
da EE Tancredo Neves - SFA-MT
Professoras e Professoras Formadoras Judite e Lourdes
(Sala Anexa de Ensino Médio de Espigão do Leste - EE Tancredo Neves)
Professora Cleunice e Professora Formadora Judite
 

Professora Neiva e Professora Formadora Judite
(Sala Anexa de Ensino Médio da Estrela do Araguaia - EE Tancredo Neves)

Professoras Genilza e Noemi e Professora Formadora Judite
(Sala Anexa de Ensino Médio de Pontinópolis - EE Tancredo Neves)
Avaliação da visita/encontro
(Sala Anexa de Ensino Médio de Pontinópolis - EE Tancredo Neves)

VISITAS ÀS SALAS ANEXAS DA EE TANCREDO NEVES (02 A 05/08/2011)
VILA SÃO SEBASTIÃO – 02/08 – 07H40
Professora Kelma
A professora relata que os dois professores da sala anexa leram as OCs, na verdade, as Orientações das Diversidades Educacionais, pois as das áreas estão salvas em CD e não foram impressas ainda. Não estão fazendo Sala de Educador do estado, apenas do município. Informa que a turma tem treze alunos (multisseriada). Também conta algumas dificuldades com o ensino de Língua Portuguesa. Quanto à metodologia utilizada durante as aulas, segundo a professora, predomina a de aulas expositivas com o uso do livro didático. Ainda diz que os alunos se preocupam com a questão da produção de texto porque eles querem fazer o Enem e têm dificuldades com a escrita de textos argumentativos.
A formadora Lourdes, intercalando as falas da professora, destaca a necessidade de se partir também da realidade local para permitir que o conteúdo seja mais significativo para os alunos. Se a aula é sempre expositiva, isso provoca a possibilidade de que vários conteúdos sejam trabalhados sem qualquer significação para a turma. Reforça que é importante que os professores façam o momento de estudo no Sala de Educador porque o do estado é Ensino Médio e o do município é Ensino Fundamental. As questões a serem abordadas são diferentes.  Enfatiza que o plano de aula deve embasar-se nas OCs. Também apresenta sinteticamente as propostas metodológicas presentes nas OCs da Educação do Campo. Que o trabalho em sala de aula seja feito com a apresentação de trabalhos através de projetos.
Os demais professores formadores (Judite, Samuel e Zulmara) fazem perguntas referentes às demais disciplinas (LP, GEO e MAT). A professora Judite entrega à professora o material solicitado para apoio quanto ao ensino de LP: Sintagma Nominal (Gramática do Português Brasileiro, de Mário Perini), Argumentação – A tese e seus argumentos (Gestar II), Provas do Enem 2009 e 2010, “Repensando o objeto de ensino da aula de português” (Aula de Português, de Irandé Antunes). Este último texto faz parte do livro que subsidia as OCs de Linguagens/Língua Portuguesa sobre o programa do ensino da língua, seu objeto, seu objetivo e as atividades apontadas pela autora, auxílio esses que favorecem o ensino de LP a partir da posição interacionista de linguagem presente nas orientações.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Etapa Intermediária PROINFANTIL - 16/06/2011 - Linguagens e Códigos


ETAPA INTERMEDIÁRIA PROINFANTIL – 17/06/2011
LINGUAGENS E CÓDIGOS - JUDITE FERREIRA SOUZA
PLANEJAMENTO PARA PB2
CONTEÚDO
OBJETIVO
METODOLOGIA
AVALIAÇÃO
RECURSOS MATERIAIS
FONTE
1.                   Literatura infantil – conceitos e preconceitos
2.                   O papel da literatura infantil no desenvolvimento do leitor
3.                   Texto e ilustração na literatura infantil: as várias possibilidades de diálogo entre texto e imagem
4.                   Álbuns e livros de imagens
Revisar com os professores cursistas as temáticas das quatro últimas unidades do Módulo IV do Proinfantil, Linguagens e Códigos, para a PB2.
Pesquisa, localização e apresentação dos tópicos indicados nos livros de estudo pelos professores cursistas antes da discussão das temáticas.
Discussão das temáticas e esclarecimento de dúvidas a partir dos itens presentes nos slides.
Apresentação de vídeos de histórias infantis, intercalando as unidades revisadas.
Atividade Oral
Livros de Estudo
Computador
Data show

Livros de Estudo do Módulo IV, Unidades 5 a 8

Vídeos: Contando histórias – “O homem que amava caixas”; Contando histórias – “Como é que eu era quando era bebê”, “Menina bonita do laço de fita”





São Félix do Araguaia-MT, 16/06/2011
Judite Ferreira Souza/Judite Souza da Costa

Sala de Educador, EE Antonio Carlos Moura, Serra Nova Dourada-MT, 06/2011


SALA DE EDUCADOR DA EE ANTONIO CARLOS MOURA, SND-MT – 20/06/2011

PROFESSORA FORMADORA DO CEFAPRO: JUDITE FERREIRA SOUZA (LÍNGUA PORTUGUESA)
FORMAÇÃO – LEITURA E ESCRITA COM FOCO EM GÊNEROS TEXTUAIS
OBJETIVO
Refletir sobre as práticas do ensino da leitura e da escrita com foco em gêneros textuais com as professoras do Ensino Fundamental, Escola Municipal Ana Ribeiro de Sousa e Ensino Médio, Escola Estadual Antonio Carlos Moura (Serra Nova Dourada-MT) como demanda formativa do projeto de formação continuada “Sala de Educador”.
CONTEÚDO:
Gêneros Textuais

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Geração Z! O que é isso?

Um grupo com esse perfil precisa ter uma prática educativa com foco na resolução de problemas. Ressalto a importância de propor situações-problema com temas reais que incentivem os alunos a desenvolverem a capacidade de se posicionarem diante das questões que interferem na vida coletiva, intervindo nelas de forma responsável, superando as indiferenças. Desta forma, mobilizamos os alunos a se interessarem, tomarem consciência de suas próprias idéias e formularem hipóteses explicativas para os conceitos estudados. (Trecho do texto "A geração Z chegou!", de Heloisa Fonseca Pinto)

Estudo neste momento o tema "Andragogia: como o ensino de adultos contribui no ensino de crianças". Focar a prática educativa a partir da resolução de problemas, aqui, ainda parece questão apenas da Matemática e de suas companheiras Física, Química e Biologia. Nós, professores de Língua Portuguesa, precisamos ainda transpor a fronteira disciplinar para apoiar nossa prática no ensino da língua a partir de situações-problema. Confesso que vislumbro um vestígio dessa prática quando trabalhei com projetos em sala de aula. Fiz meio que "inconscientemente". Acredito que se retornar para a sala de aula, viver isso será um desafio porque ainda que o Estado de Mato Grosso já tenha foco sobre o ensino a partir das capacidades, na mente dos professores a lista de conteúdos ainda é fato. Digo isso, pois mesmo fora da sala de aula, estou  e sofro com eles na escola. E se isso acontece, não é na maioria das vezes falta de vontade é a dificuldade de fazer esse exercício. Entretanto, essa transição será realidade se eu, você, educador, decidirmos dar o primeiro passo, se não seremos vistos por nossos alunos como "professossauros".

terça-feira, 7 de junho de 2011

O que significa ser um bom professor?


Você se considera um bom professor? Abaixo os requisitos que retratam as competências de um bom educador. Espero que você se enquadre nelas. Se não, que tal uma atitude reflexiva e de mudança?
CARACTERISTICA
O QUE SIGNIFICA NA PRÁTICA?
CONHECIMENTOS
Conhecimento do assunto, do processo de ensino-aprendizagem e conhecimentos gerais
O professor/educador deve estar bem preparado em relação ao assunto da aula/ disciplina, às questões relacionadas à educação de adultos e a conhecimentos gerais, pois isso transmite segurança, credibilidade e pode ajudá-lo a contextualizar os conceitos ou relacioná-los a algo do dia a dia dos aprendizes.
Conhecimento do contexto dos aprendizes
O professor/educador não pode se limitar às quatro paredes da sala de aula. Necessita buscar informações sobre os contextos mais amplos nos quais ele e os aprendizes estão envolvidos. Só assim será possível dar exemplos próximos da realidade dos aprendizes, elaborar atividades e projetos aplicáveis e motivadores.
Autoconhecimento
O professor/educador deve ter uma imagem construtiva e positiva de si mesmo, pois, assim, conseguirá transmitir ao aprendiz uma imagem de satisfação e equilíbrio.
Reflexão sobre a prática
A reflexão é uma necessidade na inovação (considerar que o professor aprende continuamente nesse processo). É imprescindível reconhecer suas próprias limitações e fazer uma autocrítica como mecanismo de melhoria, além de procurar obter feedback de colegas.
HABILIDADES
Saber contextualizar
Como já vimos, a aprendizagem só ocorre quando é contextualizada. Por isso, o professor/educador precisa sempre voltar-se para a realidade dos aprendizes e deixar de lado o que ele mesmo acha importante “passar”.
Percepção
É preciso ter sensibilidade e prática para perceber as características individuais dos aprendizes e suas reações e comportamentos durante o treinamento.
Comunicação verbal
O professor/educador deve aprimorar suas habilidades de expressão verbal (intensidade e entonação da voz, pronúncia e velocidade de fala, escolha de palavras adequadas).
Saber escutar
O professor/ educador demonstra valorização e respeito para com o aprendiz quando o escuta com atenção, procurando não interrompê-lo a todo o momento, permitindo, assim, que o aprendiz expresse suas dúvidas e ideias.
Habilidade de perguntar
Ao fazer perguntas adequadas, o professor/educador leva o aprendiz a refletir e encontrar as melhores respostas para suas dúvidas.
Comunicação não verbal
O professor/educador deve estar atento ao seu olhar, sua postura, seus gestos, sua movimentação e suas expressões faciais, elementos não verbais imprescindíveis para a comunicação eficaz.
Lidar com conflitos
Sempre haverá um (ou mais) aprendiz que tem aversão à disciplina, que não tem simpatia pelo professor/educador, que enfrenta o professor/educador por esporte. Há também o aprendiz que acha que sabe tudo daquela matéria e acaba criando problemas em sala. Enfim, a sala de aula é um ambiente com conflitos em potencial Cabe ao professor/educador saber lidar com eles de modo a minimizá-los e não maximizá-los – o que, nesse último caso, pode comprometer o processo de ensino-aprendizado.
ATITUDES
Flexibilidade
O professor/educador deve estar predisposto a assumir a mudança como uma constante de sua atuação, ter iniciativa e saber tomar decisões.
Disposição para valorizar o positivo das pessoas
O professor/educador deve ser crítico, porém construtivo. Ele deve estar preparado para ouvir o aprendiz e dar feedback adequado sobre sua atuação e progresso, de modo que o aprendiz se sinta seguro para demonstrar suas limitações e dificuldades, sem receio de ser ridicularizado por tal iniciativa.
Compromisso ético-profissional
O professor/educador deve servir como um modelo de profissionalismo, engajado em atitudes éticas.

(Parte da aula "As competências dos educadores do novo milênio: como adequá-las à realidade" ministrada no curso de pós-graduação em Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa pela Profª Drª em Sociolinguística, Vívian Rio/Universidade Gama Filho. Blog da professora: www.aprenderaensinardiferente.blogspot.com)

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