segunda-feira, 27 de junho de 2011

Sala de Educador, EE Antonio Carlos Moura, Serra Nova Dourada-MT, 06/2011


SALA DE EDUCADOR DA EE ANTONIO CARLOS MOURA, SND-MT – 20/06/2011

PROFESSORA FORMADORA DO CEFAPRO: JUDITE FERREIRA SOUZA (LÍNGUA PORTUGUESA)
FORMAÇÃO – LEITURA E ESCRITA COM FOCO EM GÊNEROS TEXTUAIS
OBJETIVO
Refletir sobre as práticas do ensino da leitura e da escrita com foco em gêneros textuais com as professoras do Ensino Fundamental, Escola Municipal Ana Ribeiro de Sousa e Ensino Médio, Escola Estadual Antonio Carlos Moura (Serra Nova Dourada-MT) como demanda formativa do projeto de formação continuada “Sala de Educador”.
CONTEÚDO:
Gêneros Textuais

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Geração Z! O que é isso?

Um grupo com esse perfil precisa ter uma prática educativa com foco na resolução de problemas. Ressalto a importância de propor situações-problema com temas reais que incentivem os alunos a desenvolverem a capacidade de se posicionarem diante das questões que interferem na vida coletiva, intervindo nelas de forma responsável, superando as indiferenças. Desta forma, mobilizamos os alunos a se interessarem, tomarem consciência de suas próprias idéias e formularem hipóteses explicativas para os conceitos estudados. (Trecho do texto "A geração Z chegou!", de Heloisa Fonseca Pinto)

Estudo neste momento o tema "Andragogia: como o ensino de adultos contribui no ensino de crianças". Focar a prática educativa a partir da resolução de problemas, aqui, ainda parece questão apenas da Matemática e de suas companheiras Física, Química e Biologia. Nós, professores de Língua Portuguesa, precisamos ainda transpor a fronteira disciplinar para apoiar nossa prática no ensino da língua a partir de situações-problema. Confesso que vislumbro um vestígio dessa prática quando trabalhei com projetos em sala de aula. Fiz meio que "inconscientemente". Acredito que se retornar para a sala de aula, viver isso será um desafio porque ainda que o Estado de Mato Grosso já tenha foco sobre o ensino a partir das capacidades, na mente dos professores a lista de conteúdos ainda é fato. Digo isso, pois mesmo fora da sala de aula, estou  e sofro com eles na escola. E se isso acontece, não é na maioria das vezes falta de vontade é a dificuldade de fazer esse exercício. Entretanto, essa transição será realidade se eu, você, educador, decidirmos dar o primeiro passo, se não seremos vistos por nossos alunos como "professossauros".

terça-feira, 7 de junho de 2011

O que significa ser um bom professor?


Você se considera um bom professor? Abaixo os requisitos que retratam as competências de um bom educador. Espero que você se enquadre nelas. Se não, que tal uma atitude reflexiva e de mudança?
CARACTERISTICA
O QUE SIGNIFICA NA PRÁTICA?
CONHECIMENTOS
Conhecimento do assunto, do processo de ensino-aprendizagem e conhecimentos gerais
O professor/educador deve estar bem preparado em relação ao assunto da aula/ disciplina, às questões relacionadas à educação de adultos e a conhecimentos gerais, pois isso transmite segurança, credibilidade e pode ajudá-lo a contextualizar os conceitos ou relacioná-los a algo do dia a dia dos aprendizes.
Conhecimento do contexto dos aprendizes
O professor/educador não pode se limitar às quatro paredes da sala de aula. Necessita buscar informações sobre os contextos mais amplos nos quais ele e os aprendizes estão envolvidos. Só assim será possível dar exemplos próximos da realidade dos aprendizes, elaborar atividades e projetos aplicáveis e motivadores.
Autoconhecimento
O professor/educador deve ter uma imagem construtiva e positiva de si mesmo, pois, assim, conseguirá transmitir ao aprendiz uma imagem de satisfação e equilíbrio.
Reflexão sobre a prática
A reflexão é uma necessidade na inovação (considerar que o professor aprende continuamente nesse processo). É imprescindível reconhecer suas próprias limitações e fazer uma autocrítica como mecanismo de melhoria, além de procurar obter feedback de colegas.
HABILIDADES
Saber contextualizar
Como já vimos, a aprendizagem só ocorre quando é contextualizada. Por isso, o professor/educador precisa sempre voltar-se para a realidade dos aprendizes e deixar de lado o que ele mesmo acha importante “passar”.
Percepção
É preciso ter sensibilidade e prática para perceber as características individuais dos aprendizes e suas reações e comportamentos durante o treinamento.
Comunicação verbal
O professor/educador deve aprimorar suas habilidades de expressão verbal (intensidade e entonação da voz, pronúncia e velocidade de fala, escolha de palavras adequadas).
Saber escutar
O professor/ educador demonstra valorização e respeito para com o aprendiz quando o escuta com atenção, procurando não interrompê-lo a todo o momento, permitindo, assim, que o aprendiz expresse suas dúvidas e ideias.
Habilidade de perguntar
Ao fazer perguntas adequadas, o professor/educador leva o aprendiz a refletir e encontrar as melhores respostas para suas dúvidas.
Comunicação não verbal
O professor/educador deve estar atento ao seu olhar, sua postura, seus gestos, sua movimentação e suas expressões faciais, elementos não verbais imprescindíveis para a comunicação eficaz.
Lidar com conflitos
Sempre haverá um (ou mais) aprendiz que tem aversão à disciplina, que não tem simpatia pelo professor/educador, que enfrenta o professor/educador por esporte. Há também o aprendiz que acha que sabe tudo daquela matéria e acaba criando problemas em sala. Enfim, a sala de aula é um ambiente com conflitos em potencial Cabe ao professor/educador saber lidar com eles de modo a minimizá-los e não maximizá-los – o que, nesse último caso, pode comprometer o processo de ensino-aprendizado.
ATITUDES
Flexibilidade
O professor/educador deve estar predisposto a assumir a mudança como uma constante de sua atuação, ter iniciativa e saber tomar decisões.
Disposição para valorizar o positivo das pessoas
O professor/educador deve ser crítico, porém construtivo. Ele deve estar preparado para ouvir o aprendiz e dar feedback adequado sobre sua atuação e progresso, de modo que o aprendiz se sinta seguro para demonstrar suas limitações e dificuldades, sem receio de ser ridicularizado por tal iniciativa.
Compromisso ético-profissional
O professor/educador deve servir como um modelo de profissionalismo, engajado em atitudes éticas.

(Parte da aula "As competências dos educadores do novo milênio: como adequá-las à realidade" ministrada no curso de pós-graduação em Metodologia do Ensino de Língua Portuguesa pela Profª Drª em Sociolinguística, Vívian Rio/Universidade Gama Filho. Blog da professora: www.aprenderaensinardiferente.blogspot.com)

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Sala de Educador, EEJK, Luciara-MT, 05/2011



SALA DE EDUCADOR DA EE JUSCELINO KUBITSCHEK, LUCIARA-MT – 25/05/2011

FORMAÇÃO – PORTFÓLIO – INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO E TRABALHO PEDAGÓGICO
OBJETIVO
Possibilitar que os participantes do grupo reflitam sobre a historicidade, o conceito, a finalidade e a prática pedagógica do portfólio como instrumento de avaliação e trabalho pedagógico.
CONTEÚDOS:
Portólio: historicidade, conceito, finalidade e prática pedagógica

Sala de Educador - EEHCB, Luciara-MT, 05/2011






SALA DE EDUCADOR DA EE HUMBERTO CASTELO BRANCO – 24/05/2011
OFICINA – GÊNEROS TEXTUAIS E SEQUÊNCIA DIDÁTICA
OBJETIVO GERAL
Possibilitar que os participantes do grupo reflitam sobre o que são sequências didáticas, por que e como usá-las no ensino de gêneros textuais em sala de aula.
CONTEÚDOS
Gêneros textuais privilegiados nas disciplinas
Sequência Didática

terça-feira, 31 de maio de 2011

sábado, 28 de maio de 2011

EE Profª Hilda Rocha Sousa em São Félix do Araguaia-MT inaugurou no dia 26/05/2011 a Sala de Leitura para alunos do 1º e 2º Ciclos


A Sala de Leitura da EE Profª Hilda Rocha Sousa é pensada como um espaço de convivência onde a criança possa constituir-se como leitora, fazendo dela uma parte querida e importante de sua vida. Esse projeto enfatiza ainda o valor sociocultural, pois viabiliza o acesso ao saber, valoriza o potencial e eleva a autoestima, sendo também um local destinado à continuidade do aprendizado.
O objetivo do projeto Sala de Leitura é oferecer aos alunos do 1º e 2º Ciclos um ambiente atrativo, agradável e representativo por si mesmo que seduza e estimule nos alunos o prazer pela leitura, possibilitando-lhes prazer e informação, ampliando-lhes o repertório com diferentes gêneros de textos, autores, ilustradores e recursos da linguagem escrita a fim de que construam uma história de leitor.
O recurso financeiro utilizado para a implantação do projeto é originário do PDE da escola. Parabéns ao diretor Xeston, às coordenadoras pedagógicas Helena e Rozicléia e às professoras que contribuíram para a organização da sala. Que venham os alunos para o universo da leitura!
O CEFAPRO presenciou esse momento, apoiando a iniciativa da escola no projeto em que favorecerá a aprendizagem através da prática de leitura.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

17 e 18/05 - Sala de Educador da EE Tancredo Neves - SFA-MT

17 e 18/05 – Sala de Educador – Estudo de texto: Capítulo 5, Os projetos de trabalho: uma forma de organizar os conhecimentos escolares, do livro Organização do currículo por projetos de trabalho: o conhecimento é um caleidoscópio, de Fernando Hernández e Montserrat Ventura. A estratégia conduzida pela coordenadora pedagógica, Neuzilene, foi a de leitura compartilhada e discussão simultâneas, relacionando aspectos destacados pelos professores com o projeto de trabalho Ciências e os números da vida[1] em ação na escola. A discussão foi pertinente, pois houve uma relação entre teoria e prática, exercício necessário para um bem sucedido trabalho pedagógico. A temática Projeto de Trabalho, elencada como demanda no projeto de formação continuada Sala de Educador 2011 da escola, é estudada e praticada pelos professores concomitantemente. Quando da leitura e discussão do texto, observamos o seguinte: Os alunos da escola estão agora na etapa do tratamento da informação. Será que eles estão conseguindo interpretá-la? E os professores? Conseguem fazer o exercício perceptivo do que é imperativo trabalhar com seus alunos? Das atividades elencadas no projeto, duas já foram realizadas. Partindo de roteiros, os alunos produziram um relato descritivo e reflexivo de cada uma dessas atividades. Cada professor, ao ler os relatos, lançará um olhar voltado para a área de sua atuação e avaliará a necessidade ou não de alterações, quer sejam dos conteúdos, objetivos e estratégias, quer seja na relação interdisciplinar que se busca atingir com a implementação do projeto.

[1] O projeto Ciências e os números da vida da EE TANCREDO NEVES (Ensino Médio - SFA-MT) pretende, a partir das Orientações Curriculares para a Educação Básica do Estado de Mato Grosso, ser uma forma de despertar o interesse e o estímulo dos alunos pelo contexto escolar. Que as atividades nele realizadas possam proporcionar aos sujeitos envolvidos, no processo de ensino e aprendizagem, os conhecimentos necessários para se tornarem pessoas críticas, participativas e autônomas. Atividades como, pescaria, cozimento de alimentos, jogo de futebol, pintura corporal indígena (há alunos indígenas da etnia Karajá na escola) proporcionarão a construção de conhecimentos da área de linguagens, ciências humanas, ciências da natureza e matemática, intencionando-se aí um trabalho interdisciplinar.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Nova Escola de Maio/2011: O uso do Twitter nas aulas de Português

Professores de Língua Portuguesa, leiam ou acessem a sequência didática de Língua Portuguesa para alunos do 6º ao 9º ano, cujo título é: A hora de escrever textos curtos no Twitter (pronuncia-se "tuíte"). Para o professor que quer inovar usando as tecnologias midiáticas, essa é uma excelente oportunidade. Prepare-se, aplique e aguarde criatividade e surpresas na participação e produção de seus alunos! Para quem ainda não sabe como funciona o Twitter, no site da Nova Escola há um link "Dúvidas sobre as redes?" que disponibiliza como funcionam as redes sociais Orkut, Facebook, Twitter. Vale a pena dar uma olhadinha!


Confira no link abaixo:
http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/pratica-pedagogica/literatura-140-caracteres-twitter-626747.shtml

Nessa revista também destaco: 1- A construção do saber, sobre Vygotsky (muito importante para a compreensão de uma das formas de o aluno aprender); 2- Prática pedagógica (como evitar atividades sem foco que roubam o tempo da aula e o tempo da aprendizagem); 3- Na seção Heloísa Responde há uma chamada importante para os professores: Assim não dá: Escrever com erros de ortografia e concordância. Segundo a professora formadora, "É inadmissível um professor escrever errado, independente da disciplina que leciona. [...] O professor deve ser sempre um modelo para seus alunos."

quinta-feira, 12 de maio de 2011

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